Região

Câmara abre inquérito

  • 13 de Abril de 2010, 14:12

O autarca quer que o inquérito esteja pronto em 15 dias e que “esclareça se foram os funcionários, neste caso o porteiro, que falharam por não se encontrarem no local ou se era tradição toda agente entrar e sair da escola sem que houvesse orientações da direcção para estas situações”.
José Silvano não quer que “reste nenhuma dúvida” sobre o pessoal não docente que faz parte dos quadros da autarquia depois de o inquérito do (ME), divulgado terça-feira, ter entendido que não havia lugar a procedimento disciplinar a responsáveis na sua dependência directa.
Esta conclusão do inquérito conduzido por um inspector da Inspecção-Geral de Educação foi interpretada pela autarquia de Mirandela como tendo “implícita uma transferência de responsabilidades para o pessoal não docente e para a Câmara”. Agora o presidente da autarquia quer saber se houve falha do funcionário ou se não existiam orientações da direcção sobre as entradas e saídas da escola.

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