Empate justo
A segunda metade dividiu-se em três partes, com a primeira em que o Morais conseguiu um bom momento, dessa supremacia marca um bom golo e poderia mesmo ter resolvido o jogo. A excelente reacção do Fão ao golo, com o Morais a controlar muito bem e o tempo de compensação em que ambas as equipas deram tudo para resolver o jogo. Depois um tempo electrizante em que surge o empate e ambas as equipas ficaram com razões de queixa dos juízes, já que qualquer uma delas podia ter contabilizado a vitória.
De realçar a cultura competitiva e disciplinar dos dois conjuntos e a capacidade de nunca recorrer ao anti-jogo e à colocação do autocarro nas áreas, preocupados em privilegiar o espectáculo e o futebol.
O empate acaba por ser o resultado mais correcto, porque nenhuma destas equipas merecia perder pelo jogo que fez, ambas possuidoras de bons conjuntos e com boa filosofia competitiva.
Quanto aos árbitros não estiveram bem, complicaram o que estava fácil, deixando razões de queixa a ambos os conjuntos.