Região

Concessão desimpedida

  • 13 de Abril de 2010, 10:44

Esta decisão só se verificou depois da reformulação, por parte do consórcio da Mota-Engil, do montante que a Estradas de Portugal (EP) teria que pagar pela Concessão Douro Interior.
Assim, depois da proposta de 696,572 milhões de euros na primeira fase do concurso, o grupo de empresas aumentou, posteriormente, a verba para 757,33 milhões de euros, o que originou o levantamento de reservas por parte do TC.
A proposta final, já devidamente reformulada, prevê o valor de 696,566 milhões a pagar pela EP pela disponibilidade daquela infra-estrutura.
A obra, com uma extensão de 272 quilómetros, integra a concepção, construção e exploração dos troços do IP2 entre Vale Benfeito, no concelho de Macedo de Cavaleiros, e o IP5 próximo de Celorico da Beira, bem como do IC5 que ligará o IP4, na zona do Pópulo, a Miranda do Douro.

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