Perfumaria assaltada
“A polícia ligou-me às 4 e 30 a informar-me que a loja tinha sido assaltada. Ao chegar ao local, passados 5m, deparei-me, então, com o vidro partido e tudo em estado de sítio”, contou a proprietária do estabelecimento, Cristina Alves.
Na hora de contar os prejuízos, a comerciante declarou que cerca de 90 por cento do recheio em perfumaria foi furtado. No local, foi encontrado um telemóvel que foi levado para a esquadra como prova. “Pela informação que temos, devem ser romenos. Há esse indício porque os nomes gravados na lista telefónica do telemóvel são só de pessoas romenas”, indicou a lesada. No entanto, a PSP poderá pensar que se trata de uma manobra de despiste, colocada na cena do crime para confundir os investigadores.
Mas, não foi só o telemóvel a ficar para trás. “Um vizinho ouviu o vidro a ser partido e o alarme tocar, mas quando chegou à janela já não viu ninguém. A polícia, entretanto, chegou e eles, tanto fugiram à pressa que, ainda deixaram ficar um saco de perfumes no estacionamento e houve, também umas coisas na montra que não conseguiram levar”, referiu a proprietária.
O vidro foi reposto no próprio dia, 5ª feira, e Cristina Alves abriu o estabelecimento no dia seguinte, pela manhã. Para tentar evitar situações semelhantes, garante que vai colocar grades de segurança. “Já que não podemos dormir descansados, temos de arranjar outra solução”, defende. Quanto a coberturas que minimizem os prejuízos, a empresária tem seguro e vai accioná-lo.
Segundo a PSP, o caso foi entregue ao Ministério Público, pelo que não conseguimos apurar mais dados relativos à investigação.