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Alvará caducado cancela revista de Marina Mota

  • 2 de Março de 2010, 11:41

A falta de condições inviabilizou a realização da revista intitulada “Ou vai ou marcha”, visto que a produtora de Marina Mota preferiu não arriscar, depois da Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC) ter recusado emitir a licença para a realização do evento.
Marina Mota tinha feito uma proposta à CMM para a realização do espectáculo, com a receita a reverter integralmente para a produção. Estava tudo marcado, com cartazes espelhados pela cidade a anunciar a iniciativa. No entanto, Marina Mota optou por cancelar o espectáculo, uma vez que a Câmara Municipal de Mirandela descartou responsabilidades no assunto.
Sendo assim, caso o espectáculo avançasse, a produtora incorria numa multa, que lhe poderia custar, ainda, a perda da licença de promoção e produção de espectáculos, pelo que a artista não quis arriscar.
Perante esta situação, a Companhia de Marina Mota manifestou interesse em pedir uma indemnização à autarquia mirandelense.
Dado que a sala de espectáculos é da responsabilidade do município, a actriz entende que esta deveria ter feito o que era necessário para a realização do espectáculo. Além disso, a promotora assumiu compromissos de logística e com o elenco, pelo que considera que deve ser ressarcida das despesas efectuadas e dos eventuais rendimentos de bilheteira.
Por seu turno, a autarquia admite que o espaço já está obsoleto para este tipo de eventos, estando já programadas obras de remodelação e ampliação. Só depois dos trabalhos é que o município mirandelense renovará o alvará.

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