Deixar andar tem custos
Recorde-se que esta equipa estava a perder por 7-3, quando o jogo foi interrompido, em Mogadouro, devido a agressões entre dois jogadores. A dupla de arbitragem não quis continuar a partida e o presidente da turma da zona da capital rescindiu com o jogador. Tudo parecia esclarecido, mas, em Olivais, o Mogadouro preferiu não arriscar e levou juniores, porque viu mais um vermelho a Neyzinho. Pressão de um público que nada tinha a ver com a duas equipas. O jogo não teve qualquer história e é o próprio presidente Maurício Coupas a explicar o que viveu na zona de Lisboa: “ Tivemos que esperar por um reforço policial para sair do balneário, porque um grupo de pessoas ditas ligadas aos Onze Unidos queria arranjar problemas”. O técnico continua e afirma que “ é uma vergonha”. “Para piorar as coisas deixamos que o jogo fosse correndo, porque era tanta a pressão, que o Ney foi expulso e para não arriscar foi mesmo melhor colocar juniores”, acrescenta Maurício Coupas. O Mogadouro precisa de 9 pontos para chegar à fase de campeão e, por isso, preferiu não arriscar fora.