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Equipas venceram a chuva

Equipas venceram a chuva
  • 8 de Dezembro de 2009, 11:04

Depois, bola na área para Araújo e bonito golo do famalicense. Remate à meia volta à entrada da área e era nessa altura melhor a equipa minhota, com boa postura física, jogadores combativos, perante um Bragança mal fisicamente, mas melhor na parte técnica e no tratamento dos lances. Não criaram praticamente uma jogada de perigo, excepção feita ao golo do empate. Nuno pontapeou a bola com a ponta da bota e a empatou aos 20”, para alegria de quem via a sua equipa a não acertar perante o ensopado campo do CEE. O golo trouxe o condão de dar aos bragançanos melhor entrosamento, mais calma no meio campo e começar a dominar o jogo, mas golos nem vê-los. O Famalicão apostou no jogo, em lançamentos longos e colocou à prova a defesa local. Com mais ou menos eficiência, lá iam resolvendo os problemas.
Na 2ª metade, o desespero foi-se apoderando dos adeptos da casa, com tempo a passar e o golo da vantagem sem aparecer. Perdeu o Bragança boas oportunidades, com Gonçalo, de cabeça, a mandar ao travessão e Luís Lisboa abriu o livro, com uma jogada individual de classe e um remate forte rente ao relvado, que levantou o estádio. Mas não era certa a vitória, os visitantes tentaram o empate em lances onde eram muitos fortes, bolas paradas, muitos cantos fizeram tremedeira na defesa local. No último minuto, o caso do jogo, atraso de bola para o guarda- redes André Reis, este agarrou, era livre indirecto na marca de penalti, mas perante a indecisão de Ambrósio Vara e o seu auxiliar marcou canto. Um erro em 70” é um trabalho positivo, mas fica uma pergunta: porque será que um juiz de Bragança apita um jogo da equipa da casa? É certo que fez um bom trabalho, à excepção desse erro, e o treinador do Famalicão até gostou da actuação.

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