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Azeite transmontano entre os melhores

Azeite transmontano entre os melhores
  • 8 de Dezembro de 2009, 10:56

Prova disso é que, na edição do passado mês de Outubro da revista Escanção (Sommelier), os azeites “Acushla da Tetribérica”, “Cobrançosa” e “Rosmaninho”, da Cooperativa de Olivicultores de Valpaços, foram os únicos a fazer parte da categoria Excepcional/Extraordinária.
Já com a classificação de Excelente, a revista distinguiu os produtos “Madural”, da Cooperativa de Olivicultores de Valpaços, “Porca de Murça”, da Cooperativa Agrícola dos Agricultores de Murça, “CARM Premium” e “Azcoa”.
Recorde-se que esta avaliação foi efectuada por um painel de seis provadores que analisou 40 mostras de azeite.
A qualidade deste óleo de oliva DOP foi, também, destacada na edição de 2010 do Flos Olei, em que o “João das Barbas”, produzido por Maria Constança de Castro Doutel de Andrade, de Cabanelas, no concelho de Mirandela, ficou entre os 20 melhores do ano.
No leque dos oito azeites DOP Trás-os-Montes referenciados na edição deste ano, o Romeu da Sociedade Clemente Meneres foi galardoado com o prémio “Azienda del Cuore”, num universo de 19 rótulos a nível nacional.
Mas se os azeites DOP Trás-os-Montes estão entre os melhores de todo o mundo, a Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD) também tem sido distinguida a nível internacional.
Deste modo, a edição de 2010 do Flos Olei atribuiu o prémio Cristina Tiliacos a esta organização, destacando o seu trabalho na promoção e divulgação do sector olivícola.

Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes quer criar a Denominação de Origem Protegida Douro

Com vista à comercialização de azeite DOP Trás-os-Montes e Alto Douro em grandes superfícies comerciais, a AOTAD, em conjunto com a Confederação de Agricultores Portugueses, promoveu a visita da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição à região. Os representantes de grandes superfícies tiveram oportunidade de, ao longo de dois dias, conhecerem as qualidades dos azeites transmontanos, bem como respectivo potencial produtivo.
A AOTAD pretende, ainda, fomentar a criação de Denominação de Origem Protegida Douro, de forma a alargar a fileira regional e incentivar a adesão a regimes de qualidade certificada.
Contudo, e apesar de lutar pela promoção do sector olivícola, esta estrutura depara-se com dificuldades financeiras, que prejudicam a concretização de projectos.

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