Encontros à lareira
Com a sede, ao meio-dia, repleta de convidados entre “gentes da terra”, o acto de cerimónia foi, seguidamente, celebrado com um almoço apetrechado.
“Muitas pessoas vêm para a sede, tomam um cafezinho e passam aqui a tarde na conversa. Principalmente agora, de Inverno, que temos aqui uma lareira. Se não tivéssemos a sede, não teríamos onde estar nem com quem falar. Para além das iniciativas de índole cultural e recreativa que nós aqui desenvolvemos, que transformam esta sede num pólo dinamizador da própria aldeia, este café funciona como um ponto de encontro”, afiança o presidente da Junta de Freguesia de Faílde, Dinis Garcia.
Jorge Nunes também tem consciência da importância desta sede para todos os habitantes de Faílde. “A autarquia tem-se associado a projectos desta natureza desde há muito tempo. Temos cerca de 90 aldeias no distrito que viram as suas infra-estruturas remodeladas, ampliadas ou construídas de raiz, com o apoio financeiro da CMB”, recordou o edil.
O mais importante, refere o autarca, “é que as pessoas tenham a noção da interioridade destas aldeias. Sem iniciativas do género que as dinamizem, acabariam por cair no isolamento.
A prova de que esse suporte camarário existe, de forma eficaz, está reflectida no espaço. Amplo, bem iluminado, e com as condições que se exigem, actualmente, ao serviço da população de Faílde”, concluiu Jorge Nunes.