Passar na prova dos nove
Do lado bragançano ficou uma primeira parte de rigor táctico, com o 0-0 a colocar mais pressão na equipa da casa. Boa entreajuda defensiva e o meio campo a jogar bem, embora só por uma vez o golo esteve à vista, por Rui Alves. Mesmo assim, a equipa da casa respondeu com uma única oportunidade clara, com Almiro a fazer o chapéu a André Reis e a defesa a fazer canto. A prova dos nove ficou na primeira metade, com a turma transmontana a mostrar muitas qualidades, mas a perder claramente no conceito físico e a ser visível o estado de ansiedade de alguns jogadores.
Por isso, o receio de sofrer golos na 2ª parte foi mais que evidente e nada havia a fazer perante o poderio vimaranense. O resultado até poderia ter sido mais gordo, mas havia André Reis e um Super Ivo ao lado de Gonçalves. Saraiva e Carlos foram a grande surpresa. Esta equipa deu mostras de boa vontade nas questões tácticas, demonstrando que tem rigor. A equipa canarinha também soube dar valor a um grande adversário. Contudo, o Bragança mantém o 2ª lugar e vai a Vizela.
Nesta partida deixou uma grande imagem no plano disciplinar, mas faltaram pernas, porque os treinos são limitados a um campo que já não tem a categoria que dá nome a Bragança.
Só os jogadores, alguns pais e dirigentes acreditam que o Bragança ficou na mão dos dirigentes vitorianos. A jogar assim ainda vão dar muitas dores de cabeça a muitas equipas.
O juiz passou ao lado da partida.