Projectos para desenvolver o Douro / Duero
Para tal, a instituição contratou 21 trabalhadores (técnicos superiores e médios) de Portugal e Espanha.
Após vários meses a trabalhar no processo de selecção, o Agrupamento já contratou os funcionários necessários para desenvolver os cinco projectos essenciais para o desenvolvimento das duas regiões fronteiriças.
Os técnicos são oriundos de diversos pontos de Portugal (Sabugal, Lisboa, Sendim, Vila Nova de Foz Côa, Miranda do Douro, Bragança) e Espanha (Salamanca, Zamora, Madrid, Burgos, Valladolid e Málaga).
O AECT conta, agora, com o capital humano necessário para trabalhar ao serviço das 187 entidades que o constituem. As necessidades laborais foram expostas numa reunião com os presidentes dos seis conselhos sectoriais. Foram contratados técnicos de perfis muito variados, nomeadamente licenciados em Administração e Direcção de Empresas, Economia, Sociologia, educadores, professores, geólogos, técnicos de Turismo, trabalhadores sociais, engenheiros informáticos, técnicos em Comunicação e Publicidade, engenheiros agrícolas, biólogos e técnicos de Desenvolvimento Rural.
Os profissionais já estão a trabalhar nos cinco projectos essenciais para a região do Douro, que têm um prazo de execução entre o final deste ano e o primeiro trimestre de 2010.
Projectos apostam no desenvolvimento das potencialidades dos dois lados da fronteira
Os projectos abrangem diversas áreas do desenvolvimento do território. Está prevista a criação de um Plano de Emprego Integral para os 125 mil habitantes do território do AECT, coordenado pela Universidade de Salamanca. Também se pretende criar uma Rede Nodal de Centros Tecnológicos de Investigação e Controlo da Qualidade Ambiental, que contempla pequenos mini-centros tecnológicos deslocalizados, que abrangem a França, Irlanda, Inglaterra, Portugal e Espanha.
No plano Ambiental está a ser desenvolvido um projecto “Self-Prevention”, que consiste em apostar no pastoreio com cabras para evitar incêndios florestais, incentivando a participação directa da população.
Segue-se, ainda, o Programa Integral de Desenvolvimento Turístico, que prevê a organização do território em torno das grandes rotas turísticas, englobando o património, a cultura popular e o vinho.
Por último, está previsto criar um Sistema Integral de Gestão do Território.