A revolta dos massacrados
O Bragança não pegou no meio campo, eram demasiadas baixas para ter uma equipa forte e coesa, mas, mesmo assim, tentaram o empate, mas sem grandes oportunidades.
Aos 36”, novo golo visitante por Teixeira que aproveitou uma defesa incompleta de Louçano. Logo de seguida, Valentim, depois de um canto, marcou e “agarrou” a esperança.
Na 2ª parte, uma equipa motivada e com oportunidades de golo, mas a sorte não espreitou.
Depois, o contra-ataque minhoto funcionou e matou o jogo aos 30” da 2ª metade. É certo que, até este lance, o juiz Nuno Cabral esteve quase sempre bem. Nem se deu por ele, mas acabou por ser a parte mais pobre do jogo e ajudou a perceber porque é que o Bragança termina os jogos com nove atletas.
Nuno Cabral terá que clarificar esta tarde má em Bragança, porque sete vermelhos em só quatro jornadas pode criar uma situação de hostilidade neste pobre futebol português.
Contudo, não há que tirar mérito à vitória do Fafe, mas ao mesmo tempo não se pode acabar aos poucos com uma equipa de formação por erros grosseiros do juiz.