Jazz original inspira
Com a duração de uma hora, este “quarteto fantástico” interpretou, na sua maioria, temas originais, e um ou outro clássico dos anos 50 e 60, e compreendemos agora o motivo da sua rápida ascensão no palco internacional. Mesmo para quem não seja um fã confesso de jazz, se tivesse ouvido atentamente, decerto saberia apreciar.
Co-liderado por músicos instruídos experimentalmente da cena londrina, no caso de Quentin Collins e Brandon Allen, que já trabalharam e tocaram com artistas tão importantes como Kyle Eastwood, Beverley Knight, Eric Clapton, Guy Barker e Mica Paris, entre muitos outros, este grupo tem no órgão Hammond, um elemento que, através do seu toque singular, o ilumina.
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Os Drugstore Cowboy Quartet terão, em Outubro, o seu primeiro cd lançado pelas mãos da Sunlight Square Records e contará, com influências tão vastas e significantes como John Coltrane, Stevie Wonder e Dizzy Gillespie.
Em Bragança, poderemos contar com outras 4 actuações, mais uma arruada com a Douro Jazz Marching Band, o grupo “residente” do festival que evoca as tradicionais Parades the New Orleans, dia 10, a partir das 18 horas, pelo centro histórico da cidade. O segundo concerto, integrado no 6º Festival Internacional Douro Jazz, terá lugar no dia 8 de Outubro, pelas 21 e 30, também no Teatro Municipal, e contará com o convidado brasileiro Paulo Braga, baterista e parceiro habitual de Tom Jobim e Elis Regina, dos músicos portugueses Filipe Melo e Bruno Santos, juntamente com Paula Oliveira e Bernardo Moreira.
Sábado, dia 10 de Outubro, também pelas 21:30h, da terra com maior tradição universitária, os Jabardixie que, em concerto ou em desfile, desenvolvem o jazz de rua na sua melhor expressão artística.
Resta destacar que, esta 6ª edição do Douro Jazz, iniciada a 18 de Setembro e que terminará a 17 de Outubro, conta com uns impressionantes 130 músicos de 8 países, repartidos por 66 espectáculos, em cidades como Bragança, Vila Real, Chaves, Régua, Lamego e Pesqueira.