“O doente no centro”
Nem só através de tratamentos “físicos” se alcança a cura dos utentes. É o que defende Sampaio da Veiga, que apela à humanização dos profissionais de saúde em relação aos pacientes. “Por vezes, uma palavra de carinho e amizade faz mais do que a medicação. Os profissionais devem mostrar-se sempre disponíveis para ouvir e cuidar”, adiantou o director clínico do CHNE.
Na óptica do médico, “o doente deve estar no centro de tudo e basta um gesto para o confortar e encorajar”.
Segundo o responsável, esta atenção deverá verificar-se, também, entre os próprios profissionais de saúde, nomeadamente aqueles que chegam pela primeira vez ao CHNE. “Precisamos de médicos e asseguramos-lhes as melhores condições. Contudo, o importante é que se sintam integrados para que possam querer ficar a trabalhar no Nordeste”, asseverou.