Um ano de Arte Contemporânea
Segundo Maria Arlete Silva, presidente do Centro de Arte Manuel Brito, esta exposição
“tem obras que vão dos anos 60 até 2008 e abrange as diversas fases da artista, desde as colagens, os objectos em pano, desenhos em que animais agem como seres humanos, entre outras variadíssimas obras”.
Já as telas de Graça de Morais são fruto do período que passou em Londres, a convite de Paula Rego, onde privou e trabalhou intensamente num atelier contíguo ao da sua grande amiga. “Nunca poderei esquecer aquilo que ela fez por mim há mais vinte anos, quando decidiu apostar em mim e levar-me um mês para sua casa, em Londres”, salientou a pintora.
Para a artista de Vila Flor, ter em exposição obras de Paula Rego para celebrar o 1º aniversário do Centro de Arte Contemporânea é um orgulho. “É com muita alegria e satisfação que temos em Bragança uma mostra desta qualidade. Espero que todos os brigantinos aproveitem e visitem esta mostra, pois acredito que será uma oportunidade única e inesquecível”, destacou a artista.
Já o director do Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, Jorge Costa, destaca a afluência registada ao longo deste primeiro ano de actividade. “Tivemos cerca de 40 mil visitantes, o que é óptimo. As exposições mais visitadas foram, sem dúvida, as da inauguração e a última mostra, a cargo do Millenium BCP”, explicou o responsável.