Função Pública ao rubro
Estas partidas integram a fase do “mata-mata” e haverá outros jogos de apuramento final da classificação.
Nesta etapa, a grande vendedora já foi encontrada: a organização, que destacou dois enfermeiros por noite, três elementos de mesa com três suplentes prontos e nada a apontar a não ser a grande aptidão para o cargo.
O melhor marcador da prova foi Rui Cruz, da Escola Miguel Torga, que fez 16 golos, uma média superior a dois golos por jogo. A seguir foi Hugo Nunes, da Caixa Geral de Depósitos, com 15 golos. Na terceira posição, Amílcar Silva, do Centro Hospitalar “B”, distinguiu-se com 13 golos.
Curiosamente, o melhor ataque da prova não tem nenhum “goleador” nos três primeiros lugares: Centro Hospitalar de Bragança “A” com 39 golos.
Os melhores em campo
Já Romano, da EPPU, deverá ganhar o prémio de melhor jogador, mas na calha estão outros como André Olmo, do Centro Hospitalar “A”, ou mesmo Salselas, da Câmara Municipal de Bragança.
No que toca a guarda-redes, a PSP tem o melhor lote, com dois sempre a jogar, como Jorge Ferreira em outros torneios que deverá ser o eleito. Destaque, ainda, para Madureira da EPPU, Miranda dos Bombeiros e o guardião do Centro Hospitalar “B”.
A melhor exibição de um “keeper”, que só fez um jogo nesse lugar e não sofreu golos, foi de Geraldes, do Centro Hospitalar “B”.
Em relação às melhores partidas, a primeira, que colocou IPB frente à Caixa de Crédito Agrícola, ficou na memória. Mas houve outros de grande cultura táctica que levarão as melhores recordações, como Centro Hospitalar “A”/ Miguel Torga, Câmara Municipal/Centro Hospitalar “B” e Câmara Municipal /PSP, entre muitos outros.
Os treinadores José Araújo Rodrigues, Paulo Gonçalves são disciplinadores e jogam pelo seguro. Já Carlos Silvestre “vive” os jogos ao milímetro e trouxe, pela primeira vez, a sua equipa à prova.
O jogador Maltês, da Escola Miguel Torga, não tem sorte e, se na época passada fez uma lesão na tíbia, no último jogo da fase regular aconteceu o mesmo. Foi operado e está a recuperar.
Os menos consensuais, por uma razão muito simples, são os árbitros. Fazem três jogos por noite, 120 minutos de futebol, o cansaço acumula-se e daí uma pequena meia dúzia de erros que resultaram em alguns protestos.
O jogo mais complicado foi o IPB – GNR /BT, mas ainda há a lamentar algumas situações ocasionais que passaram ao lado.
Os juízes estavam já um pouco cansados e, curiosamente no último jogo da GNR / BT, dois erros ditaram uma derrota pesada e injusta.
A grande vitória deste Torneio foi, sem dúvida, a enchente que se verificou.