Quando a fé não tem fronteiras
A festividade começou com uma missa campal e nem a ameaça de chuva demoveu os fiéis, seguindo-se um almoço comunitário nas imediações do recinto improvisado.
A romaria começou cedo e ainda mais depressa se percebeu que o mau tempo, aliado à actual conjuntura económica iria deitar por água abaixo as expectativas dos comerciantes em vender bem, como explicou Amílcar Cordeiro, ao Jornal Nordeste. “Eu nunca vi uma coisa assim, a passear há muita gente, mas comprar que é o que interessa, poucos compram”, lamentava o comerciante. Ainda assim, foram os espanhóis a animarem um pouco a festa, que tinha como principal atracção a possibilidade de ver bem de perto a imagem de Nossa Senhora de Fátima, que apenas sai naquele dia da Igreja.
O ponto alto deu-se quando as imagens de Portugal e Espanha se encontraram junto ao rio, como habitual.