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Pressão não valeu de nada

Pressão não valeu de nada
  • 5 de Maio de 2009, 09:33

No mínimo, a equipa queria adicionar um ponto para manter a esperança de poder decidir no último jogo com o Maria da Fonte.
O Mirandela conseguiu metade dos seus objectivos, com uma exibição de alta qualidade, que não conseguiu transformar em golos, muito por culpa de Marco, que, com três defesas fabulosas, segurou a vitória para o Vianense, conseguindo o melhor cenário traçado para o jogo. Assim a sua equipa atingia o objectivo mais desejado: carimbar a manutenção.
Entrada em toda a largura no terreno dos anfitriões, rasgando muito bem pelas alas, uma brincadeira defensiva perto do quarto de hora ia estragando tudo, mas, passado o calafrio, a tranquilidade e a intenção de baliza regressaram. Os forasteiros, com uma defesa baixa, compacta, concentrada e compensadora, ia aguentando a pressão, até que Tchid resolve ligar o turbo numa recuperação de bola defensiva e assistir Rui André para o golo inaugural.
Estava justificada a atitude dos minhotos, dando a iniciativa para, em contra-ataque rápido, aproveitar o erro adversário para atingir os objectivos de vitória. O Mirandela reage bem e numa boa iniciativa de Macktar, arrastando a defensiva do Vianense, para a sua direita, onde assiste Hélder Lopes e consegue empatar, chegando ao intervalo com o empate justo.
Na segunda metade, mais do mesmo, mas uma genialidade de Romeu, com o keeper local a ficar mal na fotografia e o 1-2 estava feito. Os alvi-negros voltaram a reagir bem, empurrando o adversário para o seu extremo reduto defensivo. Sucederam-se as situações constantes de ruptura, em que o mais fácil parecia ser o golo. Mas, o keeper dos azuis de Viana do Castelo abriu o livro e negou tudo com defesas de alta qualidade.
Quanto aos árbitros, fizeram um trabalho de excelente qualidade.

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