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Marinhas tocou a reunir

Marinhas tocou a reunir
  • 21 de Abril de 2009, 10:26

Três situações foram importantes no desequilíbrio: a expulsão de Palheiras aos 54’ que fez unir mais os atletas do Marinhas criando-lhes um sentido de compensação imenso e a capacidade para dar o que lhes vinha faltando; e o livre superiormente marcado por Sobrinho, sem hipóteses, e uma defesa do outro mundo a negar o golo aos 90’+7’ de Paulo Cunha.
Uma primeira parte em que a falta de estrelinha na finalização penalizou o excelente esquema táctico e estratégia de Rui Vilarinho, com a bola a circular muito bem a meio campo com aberturas rasgadas para as costas da defensiva local. Depois veio uma etapa complementar em que o equilíbrio foi a nota dominante com as equipas, embora a procurar o golo da vitória, se preocupavam mais em manter invioláveis as suas balizas. Quanto aos árbitros, um trabalho com mão leve para os cartões.

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