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Património aplicado à ciência

Património aplicado à ciência
  • 21 de Abril de 2009, 09:48

Assim, o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, celebrado no passado sábado, levou algumas pessoas aos recantos mais privados e escondidos de monumentos, como o Convento dos Jesuítas e ao que resta das fundações da antiga catedral de Bragança, que nunca chegou a ser concluída.
“Promovemos um programa ligado ao património mais antigo na cidade e, por isso, fizemos uma visita ao que é hoje é o Centro Cultural de Bragança, à Igreja da Sé, à sacristia e aos claustros, entre outros”, explicou a vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Bragança (CMB), Fátima Fernandes.
Os vestígios da primeira catedral projectada para a cidade foram outra das paragens obrigatórias durante o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios. “Vimos aquilo que foi o começo de uma catedral. As estruturas apareceram no âmbito dos trabalhos para fazer uma rampa de acesso ao pátio”, explicou Clara André, arqueóloga da CMB, que conduziu a iniciativa.
Segundo a responsável, a julgar pelos alicerces descobertos e pelo projecto conhecido, este templo, a ser construído, seria uma obra pomposa. “O bispo da altura disse, numa carta escrita ao futuro Marquês de Pombal, que queria fazer a mais grandiosa catedral do reino”, sublinhou Clara André.
Da parte da tarde, a proposta passou pela visita aos percursos da indústria da seda, intimamente ligada à região, concretamente por três monumentos distintos, associados também à actividade no rio Fervença.
Recorde-se que o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios foi promovido pela autarquia, em parceria com o Centro de Ciência Viva de Bragança.

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