Mais portugueses na Feira Internacional de Artesanato
A proximidade com Salamanca, Vitigudino ou a Aldeadavila é um chamariz para os potenciais compradores que, nesta edição, puderam conhecer as propostas de 115 expositores repartidos por 70 stands.
Para o alcaide de Trabanca, José Luís Pascoal, o certame está cada vez mais completo, pretendendo-se mostrar um pouco da riqueza do artesanato da Península Ibérica.
O autarca frisou a importância de ter no certame artesãos portugueses, já que a coesão transfronteiriça é cada vez mais oportuna.
“Os mercados são praticamente únicos e o modo de vida está cada vez mais próximo. É importante criar bases para um território único e o desenvolvimento conjunto assume um papel de relevo”, frisou o responsável.
José Luís Pascoal lembrou que este ano a presença de artesãos portugueses assume um papel de destaque, já que se constituiu o Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Duero/Douro.
“Esta região da Península Ibérica tem uma cultura muito diversificada, que ganha relevo em certames como este”, disse o autarca.
Os espanhóis são um povo que aprecia o artesanato e, quando se deslocam a certames deste género, é para comprar, já que procuram peças únicas e bem construídas. Durante os três dias de feira passaram pela pequena localidade fronteiriça de Trabanca, um povoado com cerca de 270 habitantes, cerca de 20 mil pessoas.