Guedes de Almeida precisa de 4 mil assinaturas
O militante do PSD precisa, agora, de 4136 assinaturas para formalizar a sua candidatura aos quatro órgãos autárquicos. Ao Jornal NORDESTE, Guedes de Almeida disse que ainda não começou a reunir os apoios, até porque aguarda a resposta da Comissão Nacional de Eleições (CNE) para saber qual o número exacto de subscritores para a formalização da candidatura. “Estou à espera dessa informação, mas penso que é um processo que vai arrancar dentro de dias”, acrescenta o deputado municipal.
No entanto, o Jornal NORDESTE pediu informações ao CNE, consultou o Manual de Candidatura de Grupos de Cidadãos Eleitores e chegou à conclusão que o candidato precisa de 1807 assinaturas para a Câmara Municipal de Bragança, outras tantas para a Assembleia Municipal. Acrescem mais 396 para formalizar a lista à Assembleia de Freguesia da Sé e 126 à Assembleia de Freguesia de Santa Maria, o que perfaz um total de 4136 assinaturas.
Confrontado com o número das assinaturas exigidas, Guedes de Almeida acredita que vai conseguir completar o processo, até porque quem contribuir para a formalização da sua candidatura não é obrigado a votar nela. “Não vejo que as assinaturas possam ser o maior obstáculo para impedir a candidatura”, acrescenta.
Guedes de Almeida revela que o número dois da candidatura vai ser conhecido a curto prazo
Quanto ao apoio financeiro para a campanha, Guedes de Almeida afirma que já tem ofertas para as despesas mínimas. “Vou fazer uma campanha simples, objectiva e sem folclore”, salienta o candidato. Nas listas que vai apresentar aos órgãos autárquicos, o advogado adianta que conta com pessoas reconhecidas como sendo do PSD e, até, militantes do partido. “A minha ideia não foi dividir o PSD, mas mostrar à comunidade que os social-democratas não têm zelado pelos interesses dos munícipes”, afirma o deputado laranja.
Mesmo assim, garante que vai continuar a ser militante do partido e diz mesmo que noutros actos políticos poderá estar ao lado do seu partido. “Eu não me demarquei do PSD, talvez quem está à frente do PSD se tenha demarcado do próprio partido”, sustenta Guedes de Almeida.