À sombra de uma azinheira
O primeiro tempo foi muito táctico e o golo de Checo deu mais mobilidade à turma violeta. Controlou mais o jogo e teve como principal adversário, não só uma boa equipa como um guarda – redes de grande classe. No entanto, contam as que entram. Na 2ª parte foi mais intenso o jogo e a dupla de arbitragem teve mais trabalho. Depois os Pioneiros voltaram a cometer erros infantis, em que já é habitual estarem em vantagem, até por 4 golos, e não conseguirem segurar o resultado. Este jogo não fugiu à regra e a realidade é só essa. Esconder erros por detrás da capa dos juízes não é mais correcto, pois é certo que o resultado negativo saiu de um erro de Luís Rodrigues, mas não se pode culpar o guarda-redes, porque a sua intenção erra agarrar a bola e colocá-la rápido no ataque. Foi infeliz, adiantou-se e, quando quis segurar, já o esférico tinha beijado as malhas.
O “culpado” deste desaire da turma de Tó Parreira foi Zuca com 5 defesas de muita classe. Dos juízes, só um erro ou outro não tiram mérito à sua postura, porque não interferiram no resultado, pelo que não adianta arranjar desculpas esfarrapadas. Será melhor assumir que estar a ganhar é um suplício para a equipa da casa, que não sabe guardar a bola e, acima de tudo, controlar um jogo. Este já não é um problema de agora. O resultado justo seria o empate, mas não foi assim.