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Mãe d’Água não conseguiu fazer o milagre

Mãe d’Água não conseguiu fazer o milagre
  • 3 de Março de 2009, 12:05

Altamente competitivo, eximiamente disputado com atitude de excelência em que predominou o equilíbrio, desfeito pela diferença de recursos no banco e pela sorte do jogo.
Entrada autoritária bem à trasmontana na máxima velocidade, utilizando os flancos, para no último terço flanquearem na diagonal rumo à baliza rematando de todos os ângulos e feitios ao cofre defendido por Hélder que, sem fazer uma defesa digna desse nome até aos 20’, fazia a viagem ao véu da sua noiva por três vezes, Armando também sem trabalho fazia apenas duas dessas viagens.
Pendura foi o homem golo dos anfitriões e uma seta sempre apontada a Hélder que teve de se aplicar por três vezes para negar outros tantos golos. Nos forasteiros Martinho com uma bomba e Barroso a finalizar um livre de Mingos da direita e um frontal à gaveta, subscreviam o grande equilíbrio com golos porque Armando também abriu o livro das defesas de grande categoria.
Mas o equilíbrio seria desfeito pelas condições que são dadas a Zé Lobo e recusadas a Waldemar Afonso, e na luta desigual venceu o banco mais forte, que por isso mesmo, pode arriscar e petiscar.
Quanto aos árbitros, um trabalho de excelência.

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