“ A Outra”
Neste duelo a turma da casa entrou bem no jogo e aproveitou dois erros “crassos” da turma visitante. Daí o 2-0 em pouco mais de 7”. Depois vieram à tona as dificuldades da turma de azul e branca, com más marcações, jogar mal à zona e dar espaço a jogadores como Matos, André, Curtinhas e Checo.
Aos 11”, o 2-1 parecia animar o jogo com um golo muito esquisito. A bola saiu a meio do terreno dos Pioneiros, a caminho da defesa da casa, mas ninguém quis ir atrás dela. André, junto ao guarda- redes, Joca desviou e reduziu. O jogo não animou porque de repente veio uma oferta, a 3ª da turma violeta, num golo todo ele a papel químico do 1-2. Era o 3-1 e uma má primeira parte dos Pioneiros ditava um justo vencedor, até porque dois erros de F Baltazar, poderiam dar mais justiça ao marcador. Dois jogadores da casa vão, isolados, para a cara de Luís Rodrigues, e a falta foi para André? Ora, deixou jogar e, só quando viu os atletas ir para o possível golo, marcou o livre. Das duas uma: ou expulsava o jogador pioneiro ou deixava acabar a jogada.
Deixou também o guarda redes Luís Rodrigues em campo. Ora, se marcou falta de um para um, ao apitar só tem uma solução, que é mostrar vermelho e não amarelo. Neste critério de cartões o senhor José Sá também cometeu alguns, não tão graves, e o Vila Flor saiu beneficiado, mas sem influencia no marcador, diga-se. Na 2ª parte, mais bola para os bragançanos, num jogo trocado, mas, na verdade, António Vitorino tem atletas que desequilibram.
Fica assim o campeonato mais animado. O mais importante foi a classe e fair-play de todos os jogadores. Assim vale a pena ir ao pavilhão.