Os perigos das bombas de Carnaval
Na passada quarta-feira, os agentes estiveram no Colégio S. João de Brito, onde alertaram as crianças do 1º e do 2º ano para o perigo de mexerem neste tipo de material. Em forma de borboletas, aviões, abelhinhas ou foguetes e com cores vivas, os explosivos são disfarçados de brinquedos que se tornam em verdadeiras armadilhas.
Por isso, o coordenador das equipas da Escola Segura e do Policiamento de Proximidade, Giordano Rodrigues, deixou três conselhos importantes aos mais pequenos. No final da sessão, a maioria parecia ter aprendido bem a lição. “Não podemos mexer nas bombas e, se encontramos alguma, devemos afastar-nos e chamar um adulto”, respondeu João Filipe, de 6 anos.
Também Ana Isabel, de 6 anos, conhece bem os perigos dos explosivos. “O meu pai ficou sem dois dedos depois de uma bomba lhe ter rebentado nas mãos”, contou a aluna do 1º ano.
A maioria das crianças disse aos agentes que nunca mexeu em nenhuma bomba, lançaram muitas perguntas aos agentes. “Fiquei a saber que há brinquedos que também podem ser bombas”, rematou João Pedro, de 6 anos.
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