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Bombeiros de Mogadouro atravessam dificuldades

Bombeiros de Mogadouro atravessam dificuldades
  • 25 de Fevereiro de 2009, 11:40

Segundo o presidente da AHBVM, Abel Branco, é urgente melhorar as condições estruturais do quartel. A título de exemplo, a caixilharia é antiga, uma situação que faz com que a água da chuva entre no imóvel. “ Não faz sentido ter um sistema de aquecimento se a estrutura não estiver bem isolada. As obras no quartel vão acontecendo conforme as possibilidades”, sustenta o responsável.
Abel Branco acrescenta, ainda, que as viaturas de combate a incêndios já não correspondem às necessidades do dia-a-dia. “A qualquer momento poderemos ter dificuldades no desempenho das nossas missões”, acrescentou o dirigente.

Presidente da Associação Humanitária defende o reforço da formação dos soldados da paz

O concelho de Mogadouro tem cerca de 750 quilómetros quadrados, na sua maioria florestados, o que leva os bombeiros a pedir mais meios operacionais.
“ Já ficávamos contentes com uma nova viatura de combate a fogos florestais, uma ambulância todo-o-terreno e uma viatura de socorro, que nos seria muito útil devido à morfologia da região”, realçou Abel Branco.
Outra situação que preocupa a direcção é a falta de incentivos a jovens que se queiram alistar nas suas fileiras, tendo o Estado de continuar a apostar no voluntariado, já que é a base de uma estrutura como a dos bombeiros.
Na óptica do dirigente, devia-se apostar, cada vez mais, na formação dos soldados da paz, para estarem melhor preparados para os desafios que encontram nas suas missões.
“Nós tentamos apostar o mais possível na formação do nosso corpo activo, mas não é fácil devido a problemas financeiros. A formação que é dada é muito superficial”, concluiu Abel Branco.

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