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Deputada bloquista em Mirandela pela defesa da Linha do Tua

Deputada bloquista em Mirandela pela defesa da Linha do Tua
  • 16 de Dezembro de 2008, 09:43

Em Outubro de 2006 foi aprovado um plano de investimentos para a linha do Tua. Helena Pinto quer saber porque razão o Governo não o executou. A deputada do Bloco de Esquerda considera que os transmontanos merecem uma resposta rápida do Governo sobre este abandono da linha e sobre os acidentes mortais que têm acontecido. Helena Pinto diz que esta visita a Mirandela teve como principal objectivo relembrar que é preciso não baixar os braços e continuar a lutar pela manutenção da linha do Tua. “Por respeito à população desta região o Governo tem de explicar muito bem o que passou em termos de desinvestimento de que esta linha foi alvo”, reitera a deputada.

 

O Bloco afirma-se defensora da manutenção da linha e está contra a construção da barragem. Sobre esta matéria, Helena Pinto relembra que o próprio Governo tem posições contraditórias e que gostaria de ver esclarecidas de uma vez por todas o que pretende fazer no futuro. “O Governo parece ter aqui uma posição dupla os responsáveis pelos transportes dizem que a linha não fecha, mas se surgiu a decisão política de uma barragem parecem ceder perante esse interesse”, justifica Helena Pinto.

  

O BE quer também que o Governo assuma se pretende mesmo reabrir a linha, em Março de 2009, a data apontada para retomar a circulação suspensa desde Agosto, ou se, nessa altura, pretende apenas apresentar um plano de intervenção. “A ideia que a secretária de estado deu foi que havia um plano de acção imediato na sequência do último acidente por isso vou questionar se já houve algum tipo de intervenção”, explica ainda.

   

A deputada do Bloco visitou ainda as instalações provisórias da escola superior de tecnologia e gestão de Mirandela e reuniu com o director e representante dos alunos. Helena Pinto leva uma boa imagem da qualidade da escola, o mesmo já não pode dizer das condições proporcionadas aos alunos. “Fiquei profundamente chocada com as condições e instalações de estudantes e professores porque vi salas de aula onde chove e sem aquecimento”, alerta a deputada.

 

Nesse sentido vai questionar o Ministro da Ciência e Ensino Superior para quando a construção das instalações definitivas há muito prometidas para esta escola que já tem mais de 1200 alunos.

Escrito por CIR

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