Cerca de 20 toneladas de castanha roubadas de armazém em Oleiros
Um dos sócios da empresa de comercialização de produtos agrícolas, José Afonso, conta quando chegou ao armazém, na segunda-feira de manhã, as castanhas tinham desaparecido. “No domingo à noite deixei uma carrinha carregada de castanhas dentro do armazém, onde estavam mais castanhas. Na segunda-feira de manhã, quando cheguei, um dos portões estava encostado e o outro estava aberto. Vou ver e faltavam as castanhas”, conta José Afonso. O empresário apresentou queixa na GNR de Bragança, que está a investigar o caso. Durante a investigação as autoridades identificaram pegadas de cinco pessoas que terão estado envolvidas no assalto. Apesar de não ter suspeitas, José Afonso lamenta que haja compradores que ainda não exigem factura, o que permite o escoamento de castanhas roubadas. “O que me parece é que, à quantidade de castanhas roubadas, alguém as compra fora do contexto da facturação. Porque se toda a gente cumprir a lei e facturar, não têm hipótese de as vender. Até admito que tenham sido levadas para o estrangeiro”, refere o lesado. O armazém assaltado situa-se à entrada de Oleiros, junto à Estrada Nacional 503 , o que fez com que o assalto tenha passado despercebido aos habitantes da aldeia. Esta foi a primeira denúncia relacionada com furtos de castanhas que chegou à GNR de Bragança, este ano. Escrito por Brigantia.