Antigo juiz julgado por adulterar processos
Sobre o antigo juiz recaem suspeitas de adulteração informática do estado de 59 processos electrónicos no SITAF, o Sistema de Informação dos Tribunais Administrativos e Fiscais, passando-os para concluídos, quando ainda não havia sentença. De acordo com a acusação, o magistrado tinha como objectivo viciar estatísticas e aumentar artificialmente a sua produtividade.
O antigo juiz presidente do TAF de Mirandela foi suspenso pelo Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais em 2012, na sequência de um processo disciplinar. O mesmo órgão aplicou-lhe pena de demissão, em Janeiro de 2013, decisão da qual o arguido recorreu junto do Supremo Tribunal Administrativo, encontrando-se ainda a aguardar decisão.