Região

CCDR-N admite desequilíbrio na distribuição de fundos comunitários

  • 9 de Dezembro de 2015, 11:44

Declarações do vice presidente da CCDR-N depois de a Comunidade intermunicipal Terras de Trás-os-Montes ter anunciado que vai apresentar uma queixa à união europeia por considerar que a distribuição dos fundos a norte está a aumentar o fosso entre o litoral e o interior. O responsável da entidade gestora do Norte 2020 acredita que combater as desigualdades de distribuição de verbas europeias é “o grande desafio da política pública” e do novo quadro.
“Não é fácil encontrar um equação a distribuição do dinheiro que combine a pressão demográfica, de zona que têm mais necessidades sociais, de educação, saúde, mobilidade e apoio às actividades económicas, com a preocupação da coesão territorial”, frisa.
Apesar de haver mais projectos aprovados no grande Porto, de acordo com Carlos Neves, a região de Trás-os-Montes “não está prejudicada ao nível do investimento per capita, fica prejudicado é pelo território ter poucas pessoas”.
De acordo com Américo Pereira, presidente da Comunidade Intermunicipal Terras de Trás-os-Montes, na área metropolitana do Porto foram já aprovados 440 projectos no valor de mais 100 milhões de euros, ao passo que no território da CIM TTM, 11 projectos foram contemplados com uma dotação de 1 milhão de euros. Escrito por Brigantia.

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