Cultura do pistácio pode ser aposta rentável na região
“Pretendemos encontrar investidores. A empresa quer vir a ser uma organização de produtores de pistácio. E a zona interessa-nos porque a cultura requer muito fio durante o Inverno e muito calor durante o Verão e é uma actividade agrícola que apresenta uma margem bruta em regadio superior a 10 mil euros por hectare e em sequeiro superior a 5 mil euros por hectare”, refere.
Já no próximo mês de Janeiro, estão previstas sessões de esclarecimento em diversos concelhos do distrito de Bragança, como Alfândega da Fé, Freixo de Espada À Cinta, Mirandela, Mogadouro, Torre de Moncorvo e Vila Flor, promovidas pela empresa que se pretende transformar numa organização de produtores.
José Martino garante que o escoamento da produção está assegurado para a União Europeia, onde a procura supera em muito a oferta. Na perspectiva do responsável, para suprir as necessidades dos mercados da União Europeia será necessário plantar mais 120 mil hectares.
“Tem um potencial de negócio de gerar uns largos milhões de euros nestes distritos do interior do país. O que se procura é fazer investimentos com a melhor tecnologia e que a rentabilidade seja maximizada”, adianta ainda José Martino.
A Fruystach, empresa detida por produtores de pistácio, vai entrar em funcionamento na próxima segunda-feira, 4 de Janeiro, com a abertura da sua sede no Fundão. Escrito por Brigantia.