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Gastronomia transmontana candidata a património da UNESCO

Gastronomia transmontana candidata a património da UNESCO
  • 18 de Abril de 2016, 10:17

Agora, há um longo caminho a percorrer, porque vai exigir o envolvimento das gentes e entidades transmontanas e alto-durienses neste processo, que culminará na apresentação formal da candidatura, em Março de 2018.
“Esta não é uma corrida de velocidade, mas antes uma maratona que queremos vencer”. Foi desta forma que o presidente da CORANE, Jorge Fidalgo, anunciou a intenção de candidatar a gastronomia e os produtos da terra ligados à alimentação de Trás-os-Montes e Alto Douro a património cultural imaterial da humanidade, da UNESCO.
As promotoras são as três associações de desenvolvimento local que representam a maioria dos municípios de toda a região transmontana.
Duarte Moreno, presidente da comissão executiva deste projeto, confessa que ainda há um longo caminho a percorrer, mas desde já pretende-se envolver neste projeto, as confrarias gastronómicas, a restauração, os cozinheiros, os municípios e os produtores.
O Grão-Mestre da Confraria dos Enófilos e Gastrónomos de Trás-os-Montes e Alto Douro, António Monteiro, não tem dúvidas que o processo tem tudo para ter sucesso.
Para já ainda não se sabe quais serão os produtos a incluir na lista gastronómica, porque ainda há que proceder a um trabalho de selecção rigoroso.
A Comissão Técnica da candidatura será liderada por Carlos Laranjo Medeiros, que já coordenou e desenvolveu outras candidaturas idênticas a distinções da UNESCO, como o Cante Alentejano.
Agora segue-se um trabalho de recolha de informação por parte dos promotores até à apresentação formal da candidatura à UNESCO, em Março de 2018.
A Comissão de Honra desta candidatura é presidida por Adriano Moreira, conselheiro de Estado que esteve ausente, devido a problemas de saúde, mas enviou uma mensagem a elogiar a iniciativa. Escrito por Terra Quente (CIR).

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