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Cuidados paliativos da ULS e Gulbenkian chegaram a mais de 140 famílias no primeiro ano

Cuidados paliativos da ULS e Gulbenkian chegaram a mais de 140 famílias no primeiro ano
  • 21 de Abril de 2016, 10:24

Um balanço considerado positivo, até em contexto nacional, mas continuam a faltar profissionais especializados, Tânia Rei. Neste momento, um médico e um enfermeiro com formação base em cuidados paliativos têm prestado serviços pontuais em Alfândega da Fé. Nos restantes concelhos, os doentes com doenças terminais são acompanhados pela Rede de Cuidados Continuados, que não oferecem serviços diferenciados. “A realidade é que cada vez mais pessoas preferem passar os últimos dias de vida em casa”, garante Liseta Gomes, responsável da Unidade de Cuidados Paliativos Domiciliários da ULS Do Nordeste.A Unidade Domiciliária de Cuidados Paliativos da Terra Fria, que cobre os concelhos de Macedo de Cavaleiros, Vinhais e Bragança está na estrada há um ano, e ajudou, de março a dezembro de 2015, 140 utentes e as respectivas famílias. Já a Unidade Domiciliária de Cuidados Paliativos do Planalto Mirandês, que funciona há 5 anos em Miranda do Douro, Vimioso e Mogadouro, deu apoio a 300 doentes.Faltam agora profissionais para cobrir o sul do distrito. “Os médicos do distrito, de uma forma geral, estão muito ocupados noutras atividades. Esta é uma área específica, que é preciso gostar, e que é preciso trabalhar em formação. Como tal, ainda não há quadro suficiente. Começa a haver médicos internos, especialmente de clínica geral e medicina interna, a querer fazer a formação em paliativos. Como tal esperamos que dentro de pouco tempo possa haver uma cobertura alargada destes cuidados”, acrescentou. Com um índice elevado de população envelhecida, e tendo em conta que a média de idades dos utentes dos Paliativos ronda os 78 anos, a procura destes cuidados tem vindo a aumentar.O objectivo é que os cuidados paliativos domiciliários abarquem todo o distrito. Mas, continuam a faltar profissionais para constituir mais uma equipa multifuncional, composta por um médico, um enfermeiro, um psicólogo, um educador social e um fisioterapeuta. O objectivo é que os cuidados paliativos domiciliários abarquem todo o distrito. Neste momento, um médico e um enfermeiro com formação base em cuidados paliativos têm prestado serviços pontuais em Alfândega da Fé. Nos restantes concelhos, os doentes com doenças terminais são acompanhados pela Rede de Cuidados Continuados, que não oferecem serviços diferenciados. Escrito por Onda Livre (CIR).

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