Em 10 anos de ciência aberta, artigos científicos do IPB alcançaram 6 milhões de downloads
“Temos, neste momento, mais de 11 mil documentos científicos depositados no repositório, de todas as áreas científicas, muitos deles ligados a questões locais, que de outra forma não estariam disponíveis. Até ao momento tivemos mais de 6 milhões de downloads”, destaca o docente.
Os documentos são descarregados maioritariamente em Portugal, mas os países que se seguem na procura são os Estados Unidos da América e o Brasil.
Outro indicador que deixa satisfeitos os representantes do IPB é o que mede o número de vezes de artigos científicos são citados em patentes:
“O indicador de impacto tecnológico, que mede o número de vezes que os artigos científicos de determinado investigador ou instituição são citados em patentes, mostra que o IPB é a instituição a nível nacional que ocupa o primeiro lugar. Isso dá ideia da produção científica servir muito para processos de inovação, nomeadamente nas empresas”, sublinhou Orlando Rodrigues.
A secretária de estado da ciência, tecnologia e ensino superior, Maria Fernanda Rollo, presente na cerimónia de celebração, referiu que o ministério tem vários programas focados na valorização de contextos de ensino superior como o de ciência aberta.
“Todas as dinâmicas ligadas a política cúmplice e empenhada num programa de conhecimento para todos e da sua disseminação. Estamos apostados também na promoção de uma política de ciência aberta, em que o IPB foi porventura um dos pioneiros. E está a desenvolver-se, ainda, um programa de valorização e modernização dos institutos politécnicos”, adiantou.
Declarações da secretária de estado da ciência, tecnologia e ensino superior na comemoração dos 10 anos de ciência aberta no IPB. Escrito por Brigantia.