Reabilitação de imóveis antigos tem benefícios fiscais em Macedo de Cavaleiros
“Os 9 milhões de que falamos, provenientes dos fundos comunitários, são de investimento municipal. Existe depois um instrumento financeiro a que os privados podem recorrer, mas que é um empréstimo. Com condições favoráveis, de juros e de condições de acesso, mas que é um empréstimo. Independentemente do Portugal 2020 ou do Norte 2020, dos apoios comunitários, portanto, o facto de Macedo de Cavaleiros ter avançado com a constituição de duas ARU’s, não só na cidade, mas também em Travanca, permite que os privados que queiram investir nas suas casas possam ter acesso a benefícios fiscais. E são eles a isenção de IMI e de IMT, e a redução do IVA para 6%, desde que reabilite a sua casa de acordo com os parâmetros estabelecidos na lei”, explica João Medina, da empresa responsável pela elaboração do programa.
João Medina esclarece ainda como se pode ter acesso a estes benefícios.
“Ao dar andamento ao processo na Câmara Municipal, é pedida uma avaliação do estado inicial do imóvel. Terminada a obra, há uma avaliação do estado final. Há 5 níveis de estado de conservação urbana, desde a ruína até ao muito bom. Tem acesso a esses financiamentos quem ultrapassar dois níveis”, diz o responsável.
Neste rol entram edifícios com mais de 30 anos. Outra forma de obter descontos fiscais na reabilitação, sem que estejam dentro da ARU, é a contratação direta com o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana. Escrito por rádio Onda Livre (CIR).