Ministério Público pede uma pena de multa para a dona do gato de Mourão
Durante as alegações finais, segundo o procurador do Ministério Público, “ficou provado que foi a arguida que entregou o gato” e que este “sofreu ferimentos na cauda e nas patas”.
A advogada representante da Associação Animal, assistente no processo, pediu “justiça” depois de considerar que “não é a população do Mourão que está a ser julgada”, mas antes “a prática que ali decorreu”, na noite de 23 para 24 de junho de 2015.
O advogado de defesa discordou, sublinhando que “a única coisa que foi provada foi o que saiu na comunicação social”, pelo que Rosa dos Santos “não pode ser condenada”.
A arguida voltou a remeter-se ao silêncio no final da terceira sessão do julgamento realizada ontem, em que ficou marcada para dia 23 de Novembro, às 14 horas, a leitura da sentença. Escrito por Ansiães (CIR).