Despedimentos e cortes de salários pairam sobre Bombeiros de Macedo de Cavaleiros
Segundo o mesmo documento, a direção alega dificuldades financeiras para avançar com o corte de pessoal. Citando a introdução do plano de actividades, assinado por António Batista, as razões prendem-se com a redução de subsídios, acrescido da redução produtiva nos transportes de ambulâncias.
Perante isto, “reduzir custos” é a palavra de ordem.
Segundo o referido documento, os salários absorvem, 70% das receitas brutas. Uma situação que a direcção considera insuportável.
Não é especificado, contudo, quantos postos de trabalho podem estar em risco nem quais os salários que podem sofrer cortes.
É ainda referido que a Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros reduziu em 12% o subsídio anual atribuído, que corresponde a menos 30 mil euros.
O documento acabou por ser aprovado por unanimidade na referida Assembleia, apesar de estas opções terem sido contestadas por alguns dos presentes, que defenderam que fossem encontradas outras soluções para evitar a redução de pessoal.
De acordo com fontes ligadas aos bombeiros, esta novidade está a causar desconforto entre os bombeiros profissionais e os voluntários, com a instabilidade a pairar sobre o futuro da corporação de Macedo de Cavaleiros.
Até ao momento e apesar de inúmeras tentativas, não foi possível qualquer reacção por parte da direcção da AHBVMC. Escrito por Rádio Onda Livre (CIR).