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Líder do BE critica lentidão da retirada de resíduos do Complexo do Cachão e exige requalificação ambiental

Líder do BE critica lentidão da retirada de resíduos do Complexo do Cachão e exige requalificação ambiental
  • 7 de Setembro de 2017, 09:25

O primeiro incêndio aconteceu em Setembro de 2013. Seguiu-se um outro, em Fevereiro de 2016, em outro armazém, e só há alguns meses é que começou a operação de remoção que ainda decorre.

Catarina Martins visitou, ontem, os armazéns que ainda têm uma quantidade apreciável de resíduos, e lamentou a forma lenta como está a decorrer a retirada.

“É preciso limpar isto, é preciso compreender que estão plásticos aqui em combustão lenta, criando problemas de saúde pública muito graves, problemas respiratórios para a população. Já percebemos que a retirada foi lenta e aparentemente acelerou agora ligeiramente nestes últimos dias”, frisou a líder do bloco.

Ana Maria Santos, uma das populares que acompanhou Catarina Martins durante a visita, refere que só agora foi reiniciada a retirada de resíduos quando a líder do bloco anunciou a visita ao complexo.

“Começaram aos pouquinhos e nas férias pararam, no Verão é uma porcaria, com o cheiro do fumo e o plástico sempre a remoer com o calor. É uma empestamento e um problema de saúde pública e ninguém quer saber de nada”, lamentou

Catarina Martins lembra que, há um ano, o deputado bloquista Pedro Soares, já tinha estado no local e levou o assunto à comissão de ambiente da Assembleia da República e garante que o partido irá continuar a alertar para a necessidade da retirada dos resíduos e de se avançar com um “plano de requalificação ambiental do espaço”. “Não podemos deixar aqui este abandono. Aqui vive gente que tem direito a condições ambientais e de saúde pública como todas as outras pessoas”, sublinhou.

Nesta visita ao Cachão, a coordenadora do Bloco de Esquerda lamentou ainda que no interior existam problemas que se arrastam tempo demais para se resolver.

“Infelizmente, no interior há problemas que se arrastam tempo demais, porque não se olha com o cuidado suficiente, temos abandonado demasiado o território. Abandonar o território são políticas que não respondem pela população e fazem a desertificação, é falta de emprego no interior, é também a lentidão a responder a processos como estes que são essenciais para a saúde pública das populações”, salientou.

Catarina Martins de passagem pelo Complexo do Cachão a deixar críticas à demora na resolução de problemas no interior, em particular neste caso concreto da retirada dos resíduos de dois armazéns daquela unidade agro-Industrial resultantes de dois incêndios que deflagraram em Setembro de 2013 e Fevereiro de 2016. Escrito por Rádio Terra Quente/ Brigantia (CIR).

Nesta visita ao Cachão, a coordenadora do Bloco de Esquerda lamentou ainda que no interior existam problemas que se arrastam tempo demais para se resolver.

“Não se olha com o cuidado suficiente, temos abandonado demasiado o território. Abandonar o território são políticas que não respondem pela população e fazem a desertificação, é falta de emprego no interior, é também a lentidão a responder a processos como estes que são essenciais para a saúde pública das populações”, salientou.

Catarina Martins de passagem pelo Complexo do Cachão a deixar críticas à demora na resolução de problemas no interior, em particular neste caso concreto da retirada dos resíduos de dois armazéns daquela unidade agro-Industrial resultantes de dois incêndios que deflagraram em Setembro de 2013 e Fevereiro de 2016. Escrito por Rádio Terra Quente/ Brigantia (CIR).

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