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Pela primeira vez o Festival Literário de Bragança foi descentralizado para o meio rural

Pela primeira vez o Festival Literário de Bragança foi descentralizado para o meio rural
  • 25 de Maio de 2018, 10:04

Foi em ambiente de festa que a escritora Leonor Mexia foi recebida para uma manhã dedicada à leitura. As crianças e os idosos preparam várias danças, representações e declamações para receber a autora convidada.

“E houve ainda tempo para ouvir histórias: Querem ouvir a história do Lucas? O Lucas era um rapaz muito terno e meiguinho, mas não gostava de beijos, mas via alguém a aproximar-se, já com os lábios quase em forma de coração, encolhia-se logo todo…”

O objectivo foi descentralizar pela primeira vez as actividades do Festival Literário de Bragança. Para as crianças foi um dia diferente em que o gosto pelos livros aumentou:

“É um dia diferente porque estou com os meus colegas. Gostei do livro porque o rapaz limpava os beijos da cara” contou um do aluno, Jesus Moreira que assistiu à iniciativa.

Para além dos mais pequenos também os idosos da freguesia não perderam a oportunidade de participar na iniciativa que animou a localidade: “foi uma acção muito importante para a aldeia e estou maravilhada” disse Ana Afonso.

Leonor Mexia ficou surpreendida com a alegre recepção e destacou a importância do contacto com os leitores: “é maravilhoso ver a autenticidade e esta alegria. Não estava à espera de tanto, já sabia que em Bragança recebiam os convidados muito bem” Acrescentou ainda que é importante desmitificar a figura do escritor contou a escritora.

No pavilhão da aldeia reuniram-se 70 crianças de 5 escolas do meio rural: Izeda, Rossas, Salsas, Rebordãos e Parada, e cerca de 60 idosos.

Escrito por Brigantia 

 

 

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