Dois prémios Guerra Junqueiro em simultâneo, um no Brasil e outro em Portugal
Hoje começa em Freixo de Espada à Cinta, a II edição do FFIL -Freixo Festival Internacional de Literatura. Um momento cultural que vê nascer também a criação do Prémio Guerra Junqueiro no Brasil, como explica Avelina Ferraz, a promotora cultural do festival: “vão existir dois prémios em simultâneo. O Prémio Guerra Junqueiro no Brasil vai ser um prémio atribuído num evento que o FFIL participará a 50%, em Juazeiro do Norte e continua o Prémio Guerra Junqueiro, na edição portuguesa”.
O evento conta com a presença de Renato Fernandes, secretário da cultura de Juazeiro do Norte, Ceará. Mas este galardão, com o nome incontornável da literatura portuguesa, vai ser entregue a Nuno Júdice, neste ano, com um carácter transfronteiriço e transoceânico da lusofonia: “na primeira edição o prémio foi entregue a Manuel Alegre porque era um poeta panfletário, tal como Guerra Junqueiro o foi. Nuno Júdice porque segue a tradição da poesia portuguesa, mas faz uma relação e de ponte entre o clássico e o contemporâneo na poesia portuguesa” sustentou Avelina Ferraz
No arranque do festival, mais de centena e meia de crianças portuguesas e espanholas vão estar hoje na vila transmontana para o lançamento do livro «Beatriz e o Peixe Palhaço», de Moncho Rodriguez e «Animais e Animenos» da autoria de Rita Taborda Duarte. Um festival que vai terminar no próximo domingo, e que vai contar com uma feira do livro, encontro com escritores, debates e conferências.
Escrito por Brigantia