Arte urbana integra Bragança nos roteiros mundiais
Estão previstas nove intervenções a serem feitas por nove artistas e pelos alunos de artes do agrupamento de escolas Emídio Garcia, da Escola Profissional Prática Universal e ainda da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança. Além de transformar a imagem da cidade, o SM’ARTE tem requalificado alguns espaços públicos. O presidente da câmara municipal de Bragança, Hernâni Dias, acredita que o festival torna a cidade numa referência a nível nacional. “Creio que Bragança neste momento será já uma referência a nível nacional no que a este tipo de iniciativas diz respeito, recebemos um convite da plataforma Street Art Cities, que conta com 187 cidades de 58 países e reúne mais de 12 mil intervenções, sendo que em Portugal apenas há duas cidades que fazem parte da plataforma, Lisboa e Loures, o que significa o reconhecimento pelo trabalho que o município de Bragança tem vindo a desenvolver nesta área”, considera o autarca.
Além das diversas novidades que este ano integram o festival, a introdução às novas criações artísticas de rua são o grande destaque da terceira edição. As intervenções serão feitas em diversos pontos da cidade e o tema será ajustado ao ambiente a requalificar. O festival conta com um investimento de 24 mil euros e, reportando-se ao retorno que irá trazer, Hernâni Dias explica ainda que se pretende cada vez mais tornar Bragança numa smart city.
Bragança conta já com mais de 30 intervenções feitas no âmbito das duas edições anteriores do festival. A decorrer durante quatro dias e com a introdução de outras criações, o festival pretende ser este ano mais abrangente e dinâmico.
A fauna, o ambiente, o mercado tradicional, a história de Portugal, a eco energia, a mobilidade inteligente e sustentável, o desporto e os estudos são os temas desta edição cuja palavra de ordem é dinamismo. Escrito por Brigantia.