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Guarda prisional acusado de corrupção condenado a 4 anos de cadeia com pena suspensa

Guarda prisional acusado de corrupção condenado a 4 anos de cadeia com pena suspensa
  • 28 de Janeiro de 2019, 19:55

O homem, que na altura trabalhava no Estabelecimento Prisional de Bragança, foi ainda condenado a pagar 4 mil euros ao Lar de São Francisco e outros quatro mil euros à Casa de Trabalho, ambas IPSS de Bragança.

Já quanto ao arguido que tinha sido ajudado a fugir quando ainda cumpria pena por lenocínio, auxílio à emigração ilegal e furto, no âmbito do caso mães de Bragança, foi-lhe aplicada uma pena de 2 anos e meio de prisão, por corrupção activa de acto ilícito.

A pena foi mais gravosa para o guarda prisional agora reformado visto tratar-se de um funcionário público. Deu-se como provado que o preso em causa informou o guarda prisional que iria fugir e este, não só não o deteve, como o auxiliou com indicações de como proceder, em troco de pagamento de 500 euros em despesas e electrodomésticos.

O antigo guarda prisional era ainda acusado de corrupção passiva, por dar parecer favorável em casos de decisões relativas a prisioneiros, mas os crimes prescreveram em 2012, não tendo sido condenado. No mesmo sentido, o arguido que recebeu parecer favorável para entrar em Regime Aberto Voltado para o Exterior, não foi condenado por prescrição do crime, apesar de ter sido dado como provado que procedeu ao pagamento de parte do carro e a entrega de um relógio em ouro ao guarda prisional. Escrito por Brigantia

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