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Prémio Guerra Junqueiro estende-se à lusofonia

Prémio Guerra Junqueiro estende-se à lusofonia
  • 4 de Outubro de 2019, 08:21

Em 2020 o prémio vai laurear quatro autores de países africanos da língua oficial portuguesa, entre eles o Presidente da República de Cabo Verde e escritor Jorge Carlos Fonseca. O prémio literário, atribuído no Freixo Festival Internacional de Literatura, vai ainda premiar Lopito Feijó, de Angola, Raul Calane da Silva, de Moçambique, e Tony Tcheka, da Guiné Bissau. O prémio nacional será atribuído a Ana Luísa Amaral. A curadora do prémio, que é atribuído em parceria pela Câmara Municipal de Freixo de Espada à Cinta e pela Editorial Novembro, Avelina Ferraz, explicou por que motivo se alargou a mais quatro países da lusofonia este prémio. “O objectivo era expandir o prémio à lusofonia e o propósito é a divulgação e promoção da língua portuguesa em todos os países PALOP. Durante as primeiras três edições tentamos que estivessem presentes convidados da lusofonia, e foi o que aconteceu, e fomos preparando o prémio para ele ser atribuído, inicialmente, a alguns países da lusofonia”.

A edição de 2020 premeia um total de cinco escritores pelo percurso literário e ligação à obra de Guerra Junqueiro.

O prémio vai ser entregue aos premiados nos respectivos países. No caso da poetisa portuguesa Ana Luísa Amaral, o galardão é atribuído na terra natal de Guerra Junqueiro, em Freixo de Espada à Cinta, no decorrer do Festival Internacional de Literatura, agendado para o início de Junho do próximo ano.

Escrito por Brigantia

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