Investigador do IPB considera que “consumo moderado de carne não prejudica nem a saúde nem o ambiente”
Em entrevista à Rádio Brigantia e ao Jornal Nordeste, falou do papel fundamental dos animais na paisagem e também no ambiente. Explicou ainda que é necessário ter em conta a carne que comemos:
“Temos que recolocar a carne no nosso menu alimentar. Esse é o primeiro ponto, o segundo é que temos que diferenciar as carnes, elas não são todas iguais. Não é a mesma coisa uma carne que vem de Lisboa, que comer a nossa mirandesa ou maronesa”.
O investigador do Instituto Politécnico de Bragança apontou ainda que a agricultura vai ter que ser de proximidade e que os animais são fundamentais nesse processo.
No que toca à floresta, Carlos Aguiar considerou que a solução para evitar os incêndios está no exemplo de Trás-os-Montes, quando a região foi salva dos incêndios de 2017 devido à plantação de frutos secos.
“Os transmontanos deram uma lição imensa ao país. Em 2017 o país ardeu e Trás-os-Montes não, por causa do amendoal, da oliveira, do castanheiro… portanto os frutos secos salvaram-nos da desgraceira que foi esse ano de 2017”.
A entrevista passará na íntegra hoje, depois do noticiário das 17 horas, na Rádio Brigantia.
Escrito por Brigantia