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Plano de revitalização quer transformar o Cachão em pólo de serviços especializados em tecnologia agro-alimentar

Plano de revitalização quer transformar o Cachão em pólo de serviços especializados em tecnologia agro-alimentar
  • 10 de Setembro de 2020, 09:43

Depois de elaborado o estudo e concluído um plano de viabilização económica, o projecto de revitalização do Cachão foi ontem apresentado à ministra da Coesão Territorial, que visitou a complexo. E a quem os autarcas pediram apoio e a atribuição urgente de fundos comunitário para esta requalificação, que terá de ser realizada por fases. O objectivo é transformar o Cachão num pólo de serviços especializados em tecnologia na área do agro-alimentar, para apoio ao sector como explicou a presidente da câmara de Mirandela, Júlia Rodrigues.

“Queremos trazer para aqui tecnologia ligada ao agro-alimentar com vista a vários projectos de consultoria também às empresas, ficando aqui a mais-valia da transformação dos produtos agrícolas e potenciando o mercado interno e internacional. Um conceito diferente, mais inovador”, sublinhou.

Os objectivos passam também por promover marcas de produtos locais, atrair empresas para o espaço e que venha a haver investimento privado. com o envolvimento do IPB, da UTAD, associações empresariais e agrupamentos de produtores.

A ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, defendeu que este é o momento certo para avançar com um projecto para dar uma nova vida ao Cachão. “É um momento em que estamos a acabar um quadro comunitário que não está totalmente executado, estamos a iniciar um quadro comunitário novo e estamos a receber as verbas da solidariedade europeia, no âmbito do programa de recuperação e resiliência. Se este não for o momento não encontro outro momento para fazermos projectos transformadores no território”, referiu.

O presidente da câmara de Vila Flor, Fernando Barros, também considera que chegou a hora e que estão reunidas as condições para revitalizar o Complexo Agroindustrial do Cachão. “É um projecto fundamental para a parte sul do distrito, mas também par ao distrito todo. Temos um pólo importante que é o Brigantia Ecopark mas queremos criar aqui um para a agro-indústria. Acho que este é o momento temos condições para uqe isto possa ser feito”, afirmou.

Certo para já é o investimento de cerca de 200 mil euros para, até Dezembro, terminar a retirada dos escombros dos armazéns que arderam e onde foram acumuladas várias toneladas de plástico e papel e ainda para renovar a vedação do complexo. O projecto é financiado pelo Fundo Ambiental. Escrito por Brigantia.

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