Restrições impostas nos cemitérios não afastou brigantinos de visitar as campas dos familiares
Ainda assim, os transmontanos não deixaram de visitar os seus entes queridos.
“Costumava vir sempre domingo, estar cá bastante tempo e segunda-feira também fazer a visita, este ano é um bocadinho diferente”, disse Leopoldina Gonçalves.
“A Afluência não tem nada a ver com os outros anos, há estacionamento e antes nunca havia. Tem que ser assim. Este ano o espirito também é outro, espirito de ansiedade e de tempos muito diferentes”, referiu Maria Barros.
Devido à proibição de circulação entre concelhos, entre 30 de Outubro e 3 de Novembro, alguns não conseguiram ir aos cemitérios, já outros anteciparam-se.
Vivaldo Martins não conseguiu ir a Miranda do Douro e não concorda com esta restrição. “Considero que devíamos poder ir, com as devidas precauções, com máscara e distanciamento, e deveriam deixar movimentar as pessoas mais livremente, embora com regras mas não tão apertadas”.
E com receio de que os cemitérios pudessem fechar, os brigantinos não esperaram para comprar as flores e enfeitar as campas no fim-de-semana, como era habitual, disse a florista, Ana Carlos.
O fim-de-semana dos Finados marcado pela pandemia e pelas restrições impostas pelos municípios nos cemitérios.
Escrito por Brigantia