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Obras na Escola Luciano Cordeiro em Mirandela atrasadas

Obras na Escola Luciano Cordeiro em Mirandela atrasadas
  • 11 de Março de 2021, 09:23

Obras há muito reivindicadas, não só pela degradação do imóvel mas, sobretudo, pelas precárias condições higieno-sanitárias da cozinha da cantina que já levou a ASAE, em Dezembro de 2019, a suspender a confecção de refeições.

O problema é que o empreiteiro a quem foi adjudicada a obra no valor de os 200 mil euros, em Janeiro, tem vindo a realizar os trabalhos de uma forma lenta e o prazo de execução previsto para Maio não deverá ser cumprido.

Esta semana, o próprio delegado regional do Norte da DGESte constatou esse atraso, numa visita à obra, mas não se prontificou a prestar declarações gravadas. Ainda assim, a presidente da câmara de Mirandela, Júlia Rodrigues, confirma o atraso.

“Estávamos a contar que estivesse pronta logo após o confinamento, mas está bastante atrasada e agora a DGESTE terá de reportar junto do empreiteiro as dificuldades”, refere Júlia Rodrigues.

No regresso às aulas presenciais, que se estima venha a ocorrer depois da Páscoa, vai continuar em vigor o plano alternativo de fornecimento das refeições escolares, com o Município a ter de recorrer à cozinha da casa salesiana de Mirandela.

Entretanto, Júlia Rodrigues revelou que o Município já tem em fase de conclusão o projeto de obras de requalificação de todo aquele estabelecimento de ensino, agora o mais degradado de todo o agrupamento de escolas.

Um investimento de um milhão de euros que foi alvo de uma candidatura a fundos comunitários.

“Prevemos um investimento de um milhão de euros em obras de qualificação desta escola, mas terá de ser aprovado o projeto na DGESTE depois ao nível do pacto da CIM demos prioridade a esta escola para uma intervenção no interior do edificado e também nos espaços exteriores tal como aconteceu no parque escolar de Mirandela nos últimos três anos”, adianta.

A presidente da câmara acredita que ainda será possível uma comparticipação superior aos 85 por cento, pelo facto de a componente nacional poder ter uma majoração de 7,5% por se tratar de um Município que aceitou a transferência de competências no sector da educação. Escrito por Terra Quente (CIR).

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