Estudo revela que maioria dos alunos da ESACT prefere ensino presencial
Um estudo feito a 231 inquiridos, permitiu concluir que apenas 57,9% conseguiu acompanhar as aulas online, na maior parte das vezes. Já com o regresso ao ensino presencial, no início deste ano lectivo, 63,9% dos alunos disseram que se sentiam seguros. O presidente do politécnico, Orlando Rodrigues, diz que este estudo veio concluir o que já se sabia. “Revelou o que já esperaríamos, que os alunos preferem o ensino presencial e naturalmente que tínhamos essa perceção. Por isso é que fazemos tanta questão da retoma das actividades presenciais e gostaríamos que tivesse sido mais cedo”, refere.
64,2% dos inquiridos também consideraram que a avaliação online é mais difícil do que a avaliação presencial. Um método de ensino que trará consequências, mas que ainda assim é preciso ter em conta os aspectos positivos, segundo Orlando Rodrigues.
“Tudo isto vai deixar consequências, na forma como ensinamos, como recorremos aos meios tecnológicos para complementar o ensino, houve muitas destas mudanças que estão a ser introduzidas”, afirma.
A retoma das aulas presenciais arrancou esta segunda-feira. Ainda assim parte do ensino é online. Para já, não há previsão que o ensino passe a ser na totalidade presencial, ainda neste ano lectivo.
O estudo concluiu ainda que os alunos mais jovens, dos primeiros anos, sentem maior necessidade do ensino presencial para aquisição de competências. O inquérito foi feito por duas docentes do IPB, a 231 jovens da ESACT, em Mirandela. Escrito por Brigantia.