GIPS de Bragança vão ter novo Posto de Intervenção de Protecção e Socorro na antiga escola primária dos formarigos
O brigadeiro general Jorge Goulão, Comandante da Unidade de Emergência de Protecção e Socorro, considera importante esta mudança de instalações para Bragança porque o posto de intervenção de protecção e socorro vai contar com melhores condições.
“Temos um espaço mais desafogado e com melhores condições de trabalho, o que nos move é servir as populações e para o fazer temos de ter condições adequadas ao desempenho da nossa missão, é isso que nos traz aqui, melhorar as condições dos homens que servem na zona de Bragança, além deste posto de intervenção protecção e socorro, temos a companhia de intervenção e temos uma companhia de ataque estendido em Mirandela. Portanto temos aqui os meios reunidos para dar algum conforto aos autarcas, à população do Norte do país na nossa missão que é também no combate aos incêndios rurais”, referiu.
Os 25 a 30 homens dos GIPS de Bragança vão mudar-se em breve para o novo Posto de Intervenção de Protecção e Socorro de Bragança, depois de terem estado anos em instalações com más condições junto ao antigo governo civil e de terem passado para Izeda, ficando afastado do meio aéreo, cujo centro passou para o aeródromo municipal.
“Também fazemos algumas patrulhas terrestres que saem daquele posto, mas trabalhamos através do heli. Podiam estar no posto e depois se houvesse uma saída deslocavam-se para o aeródromo para embarcar no helicóptero, mas a nossa modalidade de acção não é essa, é celeridade e rapidez na actuação, por isso temos uma equipa pronta a sair junto ao helicóptero e as patrulhas terrestres saem do posto”, explicou.
O custo para fazer os ajustamentos na escola do primeiro ciclo que estava desactivada há cerca de 5 anos ronda os 8 mil euros. O presidente da câmara de Bragança, Hernâni Dias, destaca que é um investimento pouco significativo para os benefícios conseguidos. “É um investimento que não é relevante, mas vem dar uma ajuda enorme naquilo que entendemos como maior capacidade desta força estar no terreno, mais próximo do meio aéreo também, até porque agora obrigava todos estes homens a estarem bastante mais afastados, uma vez que tinham de se deslocar para Izeda e isto permite maior comodidade, menores custos. Estamos convencidos que este protocolo servirá a parte dos GIPS como também da câmara municipal, ao ter encontrado um parceiro que vai ficar na antiga escola e vai conferir ali até outra segurança ao bairro dos formarigos”, destacou.
No distrito de Bragança, há actualmente 150 elementos dos GIPS, incluindo a companhia de ataque estendido de Mirandela. Escrito por Brigantia.